Após muito tempo ausente dos textos e reflexões devido a motivos pessoais, estou de volta para mais uma, hoje irei falar de desilusões.
Quanto a isto posso dizer que acontece diariamente, a todo o minuto em toda a parte do mundo, não é novidade nenhuma, é claro, hoje em dia falar de desilusões é quase cliché. Mas não falo em desilusões específicas, falo em decepções no geral, sonhos inalcançados, sonhos destruídos, planos que não correm como deviam ter corrido.
Todos nós temos planos, todos sonhamos, todos nós temos ambições, criamos expectativas e ilusões sobre algo que pretendemos alcançar, porém, o problema é quando o previsto ocorre de forma contrária ao pretendido.
Talvez seja a forma como fazemos o caminho ou modo como contornamos os nossos obstáculos, a questão é que nem todos os nossos sonhos ou objectivos são alcançados, o que acontece quando nos deparamos numa situação destas?
O que devemos fazer para que tenhamos outro objectivo? Algo que nos faça ter um sentido para que possamos acordar e sentirmo-nos com ânsia de alcançar esse sonho?
Acho que o princípio deve ser tomado como a fénix, que renasce das cinzas, é a partir de um sonho morto, a partir dos estilhaços, das cinzas de um sonho que nasce outro, não coloco tudo num saco, porque há sonhos que não têm renascer, há sonhos que nos desolam, é verdade, mas a questão é que devemos sempre ter algo que nos faça acordar de manhã e fazer com que nos faça viver cada dia, esperando cada dia, lutando cada dia por aquilo que desejamos.
Todos nós vivemos de sonhos e desejos, ninguém deve ser privado de tal virtude.
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